sábado, 13 de agosto de 2011

Amor...carinho!


Amor e carinho. Duas coisas que, ao meu ver, andam juntas, de mãos dadas. O dizer amor, hoje, pouco importa visto a quantidade abundante de palavras jogadas ao vento. São cada vez mais comuns as tais juras de amor. Promessas feitas ao pé do ouvido que nunca se realizarão. Eis que vagas, perdulárias, baseadas em vaidades.
Amor e afeto se demonstram. Se mostram diariamente na convivência. Mesmo quem mora longe sempre dá um jeitinho da pessoa amada saber, perceber, a existência daquele amor.
E aquilo que os casais que moram longe mais sentem falta é do toque.
Sentir é necessário. Pelo menos para nós, humanos encarnados, sentir é necessário. A mim, em particular, o toque me transmite segurança. Porque a criança se sente segura em somente pegar na mão do pai ou da mãe antes de dormir quando tem medo do escuro? Tocar nas mãos dos pais vai trazer a claridade? Não, isso traz a segurança que a criança busca, pois é naquelas mãos ali que ela confia cegamente.
Porque as pessoas se abraçam? Para sentir, para troca de energia, para demonstrar carinho. Demonstrar!
Se tudo o que as pessoas precisam é de carícias e reconhecimento, porque negaríamos isso a elas?
Acho que ainda é a maneira mais legal de demonstrar carinho, de mostrar que tem alguém ali com quem a pessoa pode contar. Além do toque como forma de carinho, como forma de demonstrar afeto, você pode escrever bilhetinhos, gravar um CD com as músicas que a pessoa gosta (se ela gosta de milhões de músicas, um CD com aquelas músicas especiais seria legal), fazer um bolo também é uma demonstração de carinho, uma mensagem de bom dia...bom almoço...boa noite... bom o que for... são demonstrações de afeto de como quem diz: “Você existe e eu me importo com você”.

Quero!


Hoje eu quero ver as coisas mais belas, hoje eu quero sentir a brisa da manhã e o perfume das flores. Quero sentir o outono tocando meus cabelos e abrir os braços para liberdade. Quero saber que você está aqui. Posso ficar longe, posso me afastar, ou ao menos tentar, mas você tem um imã que não deixa meu corpo nem minha alma se soltarem demais.
E eu amo isso, amo que você me socorre do meu próprio abismo. Amo que mesmo eu entendendo tudo diferente as vezes, você vem com toda sua paciência e arranca minha rebeldia com as palavras doces e exatas que você sabe dizer. Quantas vezes teus ombros já seguraram minhas lágrimas?
Não há garantias... o planejado sempre foi esse. Contratos nada garantem, palavras são só palavras...palavras que eu amo te dizer, ali nos teus olhos, nos teus ouvidos, te beijando, mas que sabemos não serem promessas... pois sabemos também que as únicas promessas que valem a pena serem cumpridas são aquelas que garantem o riso nos nossos lábios, o sorriso nos nossos corações e a vontade de andar de mãos dadas. Coisas que fazem a gente querer ficar lado a lado e ir mais além.

Seus Lábios!


Toca meus lábios como se fossem algodão a acariciar tua face. Algodão doce. Doce luz, doce toque.
Meus dedos acariciarão teus cabelos e se sentirá flutuando... então, deixe-se guiar no compasso da minha melodia... deixa tuas mãos deslizarem pelo meu corpo como se eu fosse teu instrumento... quero viver os acordes desta vida junto com você. Faz eu me sentir a única e eu te faço meu rei. Faz declarações à luz da lua, que eu te dou o sol. Mostra o caminho das estrelas, que eu te levo até elas. Diz que o encaixe é perfeito... eu posso sentir. Atua no meu palco, somos protagonistas deste amor!

Vi o amor...


Hoje vi o amor. Ele estava ali parado, com uma cartinha na mão. Uma cartinha em um envelope feito à mão. Nela havia um coração desenhado caprichosamente e tão puramente quanto aquele próprio amor. Quando aberta a carta, visualizava-se os nomes dos felizardos amantes com a inscrição “para sempre”.
Aquilo me tocou demais. Me emocionei na frente de um monte de gente. Acreditei novamente num amor puro, num amor de almas, num amor que não tem vaidades. Amor por amor. E eu estava vendo isso na minha frente. Amor de criança. Amor que só quer amar e ver sorrir. Senti uma força. Revigorei no sentimento. Só desejei que fosse eterno enquanto durasse.

Te Sinto...Sinto Saudades...


Fecho os olhos e posso sentir teu toque, teu cheiro... posso ouvir tua voz, posso ver teu olhar desvendando meus pensamentos... e tenho vergonha... morro de vergonha quando você me olha daquele jeito, pois você não me deixa esconder nada, você faz eu contar tudo, você faz eu dizer o quanto te quero, o quanto amo, o quanto sinto tua falta, tudo assim, de uma vez só... e isso só porque você me faz feliz assim também... feliz de uma vez só... feliz sempre! As vezes eu fico como uma boba lembrando de certos momentos, e dou risada sozinha no meio da rua... é assim, é assim que eu me sinto, você sabia? Você consegue se sentir assim também?
Pouco tempo... e já dá muita saudade... uma hora, um dia...alguns dias... não importa... porque no momento seguinte que a gente se despede, eu já começo a contar novamente os minutos para estarmos juntos. Fico aqui explodindo de amor, louca para te dar carinho, mexer no teu cabelo, te bagunçar todo, te beijar, te olhar, te beijar de novo e de novo... minha inspiração...

Lembranças!


"Lembranças, que lembrais meu bem passado 
Para que sinta mais o mal presente,  
Deixai-me, se quereis, viver contente,  
Não me deixeis morrer em tal estado  
Mas se também de tudo está ordenado
Viver, como se vê, tão descontente,
Venha, se vier, o bem por acidente,  
E dê a morte fim a meu cuidado.  
Que muito melhor é perder a vida, 
Perdendo-se as lembranças da memória, 
Pois fazem tanto dano ao pensamento.  
Assim que nada perde quem perdida
A esperança traz de sua glória,  
Se esta vida há-de ser sempre em tormento."

Você acreditaria?


E se eu quiser buscar aquela estrela ali. Aquela ali, ó... Um pouquinho longe né? Mas e se eu te dissesse que o longe é relativo? Você acreditaria em mim? Qualquer distância é relativa quando se trata de algo que queremos muito. Qualquer ato, ou qualquer fato, é relativo, se os fins forem aqueles que meu coração almeja ou se os caminhos forem floridos o bastante para me fazerem ter a vontade de percorrê-los sempre.
E se eu te dissesse que o impossível não existe? E se eu te dissesse que posso fazer o que eu quiser da minha vida? Se eu te dissesse que qualquer medo que exista pode ir pelo ralo a qualquer momento? Basta querer... você acreditaria em mim?
E se eu te dissesse que depois de mil dias de chuva, ainda assim, o sol voltará a brilhar com sua luz mais intensa...você acreditaria em mim?
E se eu te dissesse que esse mundo é mágico e cheio de melodia...e que basta você abrir os olhos, os ouvidos e o coração para poder sentir a magia e a musicalidade da vida? Você faria?
E se eu disser que não posso te prometer nada a não ser viver um dia de cada vez, pois já sei, por experiência própria, que promessas não levam a nada...você confiaria em mim?
Se eu te disser que pode deitar a cabeça em meu peito, porque aqui é seguro e o melhor lugar do mundo...você acreditaria em mim?
Todos os carinhos do mundo, todo amor que houver nessa vida...é o que quero, é o que queremos, pois não merecemos nada menos que isso.
Não me ofereça nada menos que isso. Se for morno, se deixe contagiar pelo meu modo de amar, se deixe levar pela intensidade do que posso mostrar. Garanto que não irá se queimar. Mas se deixe sentir ao menos um pouco desta forma mais intensa de amar e ser amado.
Confie e acredite. Sem promessas...um dia de cada vez!